sábado, 20 de abril de 2013

SCATHA: MUITO MAIS QUE UMA BANDA FEMININA DE THRASH METAL, MAS GUERREIRAS QUE SABEM SEU VALOR


ELAS JÁ SÃO CONHECIDAS NA CENA CARIOCA E TEM SEU ESPAÇO, MAS ISSO NÃO BASTA, QUEREM MAIS, PORQUE SABEM QUE PODEM OFERECER MUITO MAIS DO QUE SER APENAS UMA BANDA DE THRASH METAL FORMADA POR MULHERES.
ISSO FICA EXPLÍCITO AO CONVERSAR COM AS INTEGRANTES DA BANDA E SABER AS REAIS INTENÇÕES E MOTIVAÇÕES, ALÉM DA LUTA E DEDICAÇÃO PELO METAL.
NESTA ENTREVISTA CINTIA VENTANIA FALA DA NOVA FORMAÇÃO, ATUAL MOMENTO DA BANDA E COMO PENSAM ESSAS GUERREIRAS DO METAL.
CONFIRA! BOA LEITURA!

OVER METAL (OM) - FALE UM POUCO DA HISTÓRIA E DO SURGIMENTO DO SCATHA - APRESENTE ESSA HISTÓRIA PARA AQUELES QUE AINDA NÃO CONHECEM O TRABALHO DA BANDA?
Cintia Ventania: Scatha nasceu em 2005 de um projeto entre Julia Pombo (Guitarra) e Cíntia Ventania (Baixo) de montar uma banda de metal feminina. Neste mesmo ano, entraram na banda Cynthia Tsai Yuen (bateria), Paula Leão (Guitarra) e Rebecca Schwab (Vocal). No início não tínhamos um estilo muito definido, tocávamos coisas bem distintas, mas com o entrosamento e gostos em comum, assumimos que Scatha seria "Metranca", e fomos moldando o estilo da banda de acordo com nossas composições próprias. Nossas primeiras composições fora "Breaking Proves", "Own War" e "No Mercy", e a banda tomou um caminho no Thrash Metal, que era a maior influência de todos os membros da banda. Em 2007 nossa até então vocalista, Rebecca Schwab saiu da banda e chamamos a Angélica Burns – vocalista com uma linha mais agressiva, o que nos proporcionou uma agressividade maior no som devido ao gutural. Neste mesmo ano finalizamos nossa demo “Keep Thrashing!”. Em 2008 a guitarrista Paula Leão também deixou a banda e seguimos desde então somente com Julia Pombo na Guitarra. Agora em 2013 finalmente conseguimos uma nova guitarrista, Renata Decnop para se juntar ao clã e assim gravarmos nosso debut.


OM - COMO SURGIU O NOME SCATHA E O QUAL O SIGNIFICADO/MOTIVO DA ESCOLHA DESSE NOME?
Cintia Ventania: Procurávamos por um nome que fosse de fácil pronúncia em diversas línguas, que tivesse um significado relacionado ao "conceito" da banda e fosse curto. Depois de muita pesquisa, escolhemos Scatha por ser um nome feminino de uma deusa celta que infringe o medo dos guerreiros em batalha. - Da mitologia celta. Em outras interpretações, ela era uma Guerreira da Escócia que treinou artes marciais ao Lendário Cú Chulainn nas artes de combate.
E achamos que representava bem a idéia de mulheres que vão à luta em meios que normalmente não se vê mulheres, como no metal.

OM - A BANDA É COMPOSTA SOMENTE POR MULHERES – ISSO É UMA PROPOSTA DEFINITIVA E CRUCIAL PARA A EXISTÊNCIA DA BANDA?
Cintia Ventania: A proposta da banda é ser feminina por diversos motivos, mas não que seja algo crucial para a existência da banda. No início mesmo, tínhamos um baterista homem, mas como conseguimos a Cynthia Tsai Yuen - que, diga-se de passagem, foi uma aquisição essencial para a existência da banda - acabou que preferimos manter a banda feminina.

OM - O QUE FOI INFLUÊNCIA NO COMEÇO E HOJE É INSPIRAÇÃO AO TRABALHO DA SCATHA?
Cintia Ventania: Bandas independentes Nacionais. Desde quando comecei a freqüentar o "underground", tenho minhas bandas independentes favoritas. A banda VULGAR do Rio de Janeiro foi uma influência e até hoje é inspiração, assim como as bandas que nos ajudaram no nosso início, como Imago Mortis. Outra banda que tenho muita afeição é a Claustrofobia de São Paulo, Korzus, assim como diversas outras da cena nacional.

OM - AO ESCREVER E TRABALHAR NOVAS MÚSICAS COMO SE DESENROLA ISSO NA BANDA? 
Cintia Ventania: Bem, a Scatha já passou por algumas mudanças na formação, mas o "núcleo" de criação até agora sempre foi eu (Cíntia Ventania) e Julia Pombo (Guitarra). Eu escrevo todas as letras e crio algumas linhas de voz e rascunhos de Riffs. A Julia fica com o trabalho pesado de lapidar riffs e criar baterias. Quando levamos ao estúdio, passamos um rascunho, e cada uma da banda trabalha em cima e adapta da melhor forma. Até o momento, é assim que trabalhamos as composições.

OM - O QUE A BANDA BUSCA TRANSMITIR ATRAVÉS DE SUAS MÚSICAS E LETRAS AO PÚBLICO?
Cintia Ventania: A Scatha trabalha muito com a administração da Raiva! (RS)
Eu escrevo sobre diversos temas, mas em geral são referentes ao nosso dia-a-dia, dificuldades que passamos na vida, sociedade, caos, estresses, decepções etc.
Nossas músicas são retratos da realidade em geral. E não somente retrato de uma realidade só, são diversos pontos de vistas.

OM - HÁ UM NOVO TRABALHO DE ESTUDIO SENDO PREPARADO?
Cintia Ventania: Sim! Finalmente estamos reunindo todos nossos trabalhos e energias para gravar um álbum. Infelizmente com mudanças na formação da banda e outros contratempos, não conseguimos gravar esse material antes.

OM - O QUE É MAIS DIFÍCIL PRA MANTER-SE ATIVO NA CENA UNDERGROUND?
Cintia Ventania: Ter verba para manter todo mundo motivado a fazer um bom trabalho. Todos sabem que a realidade brasileira não considera a música uma profissão, e quase todos os músicos tem que sobreviver lecionando ou tocando na noite, o que faz com que o trabalho da banda fique em segundo plano. Manter-se na cena não é apenas ter suas próprias músicas e marcar shows, tudo envolve muita comunicação com diversos tipos de produtores, veículos para divulgação do trabalho da banda, dentre vários outros percalços.

OM - O QUE É OSSO E ABORRECE A BANDA AO CHEGAR NUM EVENTO PRA TOCAR?
Cintia Ventania: Normalmente a falta de estrutura e consideração com a banda. Muitos produtores acham que fazem favor colocando sua banda para tocar. Mas por sorte, as bandas mais ativas no underground estão batendo o pé e exigindo um mínimo de respeito pelo trabalho, conseguindo ao menos ajuda nos gastos básicos - o que é até meio absurdo, por que nunca ficamos no zero a zero. Mas acredito que se a postura das bandas mudarem poderá ter uma melhor valorização do público quanto ao trabalho das bandas.

OM - EM OUTRA ENTREVISTA QUE LI DA BANDA VOCÊS DISSERAM QUE NÃO ESTAVAM REALIZANDO TANTOS SHOWS, POIS JÁ TINHAM TOCADO EM VÁRIOS LOCAIS DO RIO E JA HAVIA ESGOTADOS AS POSSIBILIDADES E OS NOVOS LOCAIS OS ORGANIZADORES NÃO ESTAVAM DISPOSTOS A DAR AJUDA DE CUSTO ENTRE OUTROS RECURSOS BÁSICOS PARA A MANUTENÇÃO DE UMA BANDA, COMO ESTÁ ISSO HOJE MUDOU ALGUMA COISA?
Cintia Ventania: Respondi brevemente na pergunta anterior, né? Mas é isso, enquanto as bandas autorais não valorizarem seu trabalho, nenhum produtor irá. O que mais irrita nesse meio é que as bandas covers sem nenhuma estrada conseguem muito mais dos produtores, pois "chamam público".
Acredito que isso é uma mudança que vem aos poucos, com a união das bandas autorais por uma valorização do trabalho original.

OM - VOCÊS ACHAM QUE A CENA UNDERGROUND CARIOCA ESTÁ SATURADA (MUITAS BANDAS POUCO ESPAÇO/SHOWS)? QUAL A OPNIÃO DE VOCÊS AO ATUAL MOMENTO DA CENA?
Cintia Ventania: Não... De forma alguma. Temos muitas bandas, novas e antigas com ótimos trabalhos. O que acontece é que algumas dessas bandas estão batendo o pé para tocar em eventos de qualidade, tentando ir mais longe e sair um pouco da "zona de conforto", mesmo que seja ir tocar em um município por show, tentando abranger o máximo de zonas diferentes que possuam público. Tocar sempre nos mesmos lugares não faz uma banda crescer. Tem que haver mais rotatividade, por que a maior parte dos eventos fica repetindo bandas, pois são elas que aceitam sempre as mesmas condições, não tentam dar vôos mais altos... E por isso temos a impressão que a cena está saturada. Mas existem vários locais milhões de bandas de qualidade e muitos maus produtores.

OM - PARALELO AO TRAMPO DA BANDA - FALE SOBRE O QUE CADA UMA FAZ?
Cintia Ventania: Nossa, pergunta difícil! Bem, tenho que começar por mim que fica mais fácil!
Eu sou baixista da Scatha e da Possessonica, sou fotógrafa e cinegrafista, trabalho como Designer Instrucional e sou estudante de Publicidade.
Julia Pombo é guitarrista da Scatha e Advogada e está fazendo pós em Direito Marítimo. Renata Decnop, nova guitarrista da Scatha é também guitarrista da banda Empurius, atleta de Velas da marinha e produtora Fonográfica - até aonde sei, é só tudo isso.
Cynthia Tsai Yuen é baterista da Scatha e Tevadom, é Engenheira. (Tá não sei ao certo - mas é algo relacionado à tecnologia).
Angélica Burns é vocalista da Scatha e Diva, estuda Jornalismo e é estagiária de conteúdo em uma empresa de Tecnologia e Inovação. Acho que isso é tudo!







OM - NA PREFERÊNCIA DA BANDA QUAIS SÃO OS MELHORES ÁLBUNS DO METAL MUNDIAL?
Cintia Ventania: Falando em Thrash Metal:
Vulgar Display of Power – Pantera
Black Album – Metallica
Another Lesson in Violence – Exodus
Rust In Peace – Megadeth
Souls of Black – Testament
Reign Blood/Decade of Agression – Slayer
Chaos A.D - Sepultura

OM - NESTES 8 ANOS NO UNDERGROUND QUAIS SÃO AS LIÇÕES APRENDIDAS?
Cintia Ventania: Saber se comunicar com diferentes públicos, valorizar seu trabalho, e se manter firme na estrada! Por que vão ter muitos querendo te derrubar.

OM - PLANOS E PROJETOS DA BANDA PARA O FUTURO?
Cintia Ventania: Terminar as gravações, finalizar o vídeo clipe e mais para frente fazer uma turnê pela América do Norte.

OM - A GALERA QUE QUISER ADQUIRIR MATERIAL DO SCATHA COMO PODEM ADQUIRIR E APOIAR O TRABALHO DA BANDA?
Cintia Ventania: Basta entrar em contato conosco através do e-mail bandascatha@gmail.com ou por nossa página no facebook: www.facebook.com/ScathaBand
Estamos sempre disponibilizando material novo e divulgando novas gigs!
Para os interessados, possuímos camisas, demos e futuramente patches para vender!
Confiram o nosso último vídeo:


OM - CONSIDERAÇÕES FINAIS E RECADO PARA O PÚBLICO DA OVER METAL!
Cintia Ventania: Muito obrigada pela oportunidade dessa profunda entrevista!
Espero que todos que tiveram a disposição de ler essa entrevista se identifiquem e compartilhem suas idéias sobre a valorização do mercado musical nacional. Parabéns pela iniciativa do Over Metal Zine por dar oportunidade às novas bandas de mostrar e contar um pouco de suas experiências.
Estamos aí na batalha!
Keep Thrashing!

OBRIGADO CINTIA E SCATHA.
PARABÉNS PELO TRABALHO DA BANDA.
NOS MANTENHA INFORMADO SOBRE OS NOVOS TRABALHOS DA BANDA.

ATÉ A PRÓXIMA.
FILIPE LIMA
OVER METAL NO FACEBOOK 


KRIG: VIRANDO A PÁGINA E ENCARANDO NOVOS DESAFIOS ATRÁVÉS DE MAIS UM ÁLBUM LANÇADO




A BANDA KRIG ENTRA NO SEU SÉTIMO ANO E PARA SELAR MAIS UMA ETAPA SEGUE O LANÇAMENTO DE MAIS UM CD "DECAY´S BEHOLDER".  APÓS BREVE CONTATO COM DANIEL CORPSE BROTHER QUE MANTENHO CONTATO ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS JÁ ALGUM TEMPO, ACOMPANHANDO O TRABALHO DO KRIG, COMBINAMOS ESTA ENTREVISTA ONDE TANTO DANIEL (VOCAL) QUANTO ISAQUE (GUITAR) FALAM DA REALIDADE E ESTRUTURA DA BANDA E NOS APRESENTA OS NOVOS DESAFIOS PARA 2013 E DETALHES DA TURNÊ DE LANÇAMENTO DESSE NOVO TRABALHO.


FORMAÇÃO DA BANDA:
Isaque Soares - Guitar
Julie Soares - Bass
Vinícius Soares - Drums
Daniel Corpse - Vocal

PRIMEIRAMENTE OBRIGADO POR NOS ATENDER E CONCEDER ESTA ENTREVISTA PRESTES A LANÇAR UM NOVO TRABALHO.

OM - É PADRÃO PERGUNTAR SOBRE A ORIGEM DE TODAS AS BANDAS, ENTÃO VOLTANDO UM POUCO NO TEMPO FALE DA HISTÓRIA DO SURGIMENTO DA BANDA, NOS CONTE RESUMIDAMENTE COMO NASCEU O KRIG E O PORQUÊ DA ESCOLHA DESSE NOME?
Daniel - O Krig nasceu em Janeiro de 2007 na cidade de Belo Horizonte. A princípio era encarada por mim e pelo Isaque como um projeto de estúdio. O nome é de origem norueguesa e significa guerra, queríamos um nome pequeno, que não fosse em inglês, que soasse forte, fácil de guardar e que combinasse com as idéias das nossas letras.

OM - QUAIS ERAM AS INFLUÊNCIAS NO COMEÇO E HOJE, MESMO COM UMA IDENTIDADE PRÓPRIA E BONS TRABALHOS LANÇADOS, O QUE É INSPIRAÇÃO OU REFERÊNCIA?
Daniel - Nossas influencias são as mais variadas que se possa imaginar, com certeza as consagradas bandas de Death, Grind, Thrash etc. são eternas influências, Crimson Thorn, Mortification, Deicide, Cannibal Corpse, Death, Dying Fetus, Napalm Death, Sepultura, Slayer e por aí vai.


OM - HÁ UMA EVOLUÇÃO TRABALHO APÓS TRABALHO NA TÉCNICA E PESO DA BANDA. O QUE A BANDA VÊ COMO MAIOR EVOLUÇÃO AO LONGO DESSES ANOS, E O QUE FICARÁ EXPLÍCITO NESSE NOVO ALBUM - DECAY´S BEHOLDER?
Daniel - Ao longo desses anos amadurecemos em todos os sentidos como banda, musicalmente, liricamente, cada membro no seu respectivo instrumento, não só nos aspectos musicais, o amadurecimento em nossas relações também, como seres humanos, o respeito entre nós é cada vez maior graças a Deus. O novo cd é um marco principalmente no que diz na qualidade da nossa gravação, creio que isso ficará bem nítido para quem for escutar e comparar com os CDs antigos. Fizemos uma parceria muito boa com o Jason que é o dono do nosso selo, ele nos ajudou na masterização do cd e isso influenciou e muito no resultado final. Algo que ficou marcante também neste cd é o grande número de solos de guitarra, algo que quase não tinha nos primeiros trabalhos da banda.

OM - FALE MAIS SOBRE O PROCESSO DE GRAVAÇÃO DO “DECAY´S BEHOLDER”?
Isaque – O cd foi todo gravado em nosso home estúdio com nossos próprios equipamentos. Para gravação usamos novos elementos, como a guitarra de 8 Cordas, Na bateria usamos o gravity blast beats, aproveitamos também e inserimos alguns dropbasses, que podem ser percebidos com um equipamento de som que valoriza as freqüências mais graves e também usamos alguns efeitos sonoros para aplicar uma leve camada de insdrutrial no nosso som, nada que comprometesse a sonoridade da banda. A mixagem e masterização foi feita também pela gente, em conjunto com o nosso produtor executivo do Canadá, Jason Campbell (ex-Mortification, Erase, Undercurrents). Este cd foi o cd mais difícil de mixar, pois custou para chegar no resultado que estávamos procurando, tanto que a fase de mixagem e masterização foi mais longa do que fase de gravação. Mas o resultado final ficou dentro de nossas expectativas, e acreditamos que estamos em um ótimo nível para competir com as bandas que estão na linha de frente no mercado extremo mundial.

OM - HAVERÁ SÓ FAIXAS INÉDITAS OU TERÁ REGRAVAÇÕES?
Daniel - O cd terá 12 faixas inéditas.

OM - AS LETRAS DA KRIG TEM TEMAS VARIADOS. COMO SERÁ A TEMÁTICA ABORDADA NESTE NOVO CD?
Daniel - As letras seguirão a mesma linha, temas políticos e sociais sempre com embasamentos bíblicos.


OM - A CAPA DO NOVO ALBUM JÁ FOI PUBLICADA E JÁ TEM RECEBIDO ELOGIOS. FALEM SOBRE A CONCEPÇÃO DA MESMA - COMO A BANDA CHEGOU A ESCOLHA, QUEM FEZ E A IDÉIA A SER TRANSMITIDA ATRAVÉS DELA?
Daniel - O tema central do cd retrata a decadência do ser humano nos mais variados sentidos que podemos imaginar e como a nossa geração está sendo coadjuvante e ao mesmo tempo espectadora dessa decadência, atuamos para essa decadência e ao mesmo tempo assistimos a mesma de camarote vip. Quem fez essa capa foi o Caio Caldas desse site http://cadiesart.com/, o cara tem um trampo muito bruto e quem bolou o tema foi eu e o Isaque já quem escolheu o desenho foi o Jason, dono do nosso selo.



OM - COMO SERÁ A DISTRIBUIÇÃO DO DECAY´S BEHOLDER, O QUE JÁ ESTÁ DEFINIDO – HAVERÁ DISTRIBUIÇÃO FORA DO PAÍS?
Isaque –A distribuição no Brasil ficará por conta do site www.777distro.tk e a distribuição fora do Brasil ficará por conta de nosso selo www.hammerdownrecords.com , todas as informações de merch podem ser encontradas em nosso site www.krigdeathmetal.tk

OM - AO QUE VOCÊS CREDITAM A QUANTIDADE DE TRABALHOS LANÇADOS EM TÃO POUCO TEMPO DE EXISTÊNCIA – SE COMPARADO É CLARO A CENA UNERGROUND BRASILEIRA ONDE HÁ BANDAS DE DEATH METAL COM 15/20 ANOS DE ESTRADA?
Daniel - Cara essa é uma pergunta que muitos fazem a nós membros do Krig, como conseguimos lançar tanto material em tão pouco tempo? Bem, em primeiro lugar conseguimos conquistar algo que poucos conseguem, mas que hoje já é algo mais acessível que é uma gravação de boa qualidade sendo feito no nosso próprio apartstudio (estúdio no apartamento), nosso custo pra lançar um cd é mínimo, pois não gastamos com absolutamente nada com gravação, os gastos ficam somente com fabricação da parte física, como encarte, etc. e nosso caso atualmente nem com isso estamos gastando, pois temos um selo lançando o cd. Mas claro que nada disso não adiantaria se não tivéssemos criatividade e força de vontade, em minha opinião o que falta realmente hoje para as bandas lançarem muito material são esses dois últimos elementos que citei.
OM - EM RELAÇÃO ÀS BANDAS DE DEATH METAL QUAL A SUA PERCEPÇÃO QUANTO A CENA BRASILEIRA, HÁ MUITA BANDA QUE É MAIS DO MESMO, ESTÁ SATURADO OU HÁ UMA RENOVAÇÃO E BOAS BANDAS QUE NÃO DEVEM NADA AS BANDAS GRINGAS?
Daniel – O Brasil ainda lança boas bandas no estilo, mas ultimamente não tenho ouvido muita coisa que tenha me surpreendido, quando falo isso eu me refiro à personalidade própria de uma banda, a grande maioria ainda soa muito como cópia das gringas, porém muitas são cópias de má qualidade e esse em minha opinião é o maior problema, porque realmente, fazer um som inovador hoje em dia é muito difícil, praticamente tudo já foi inventado, mas já que fazer um som que não soe cópia é complicado então o que se espera é que seja pelo menos de qualidade.

OM - QUAL A OPINIÃO DA BANDA QUANTO A ESTRUTURA DOS SHOWS ATUAIS NO BRASIL (ORGANIZAÇÃO, ESTRUTURA DE SOM, SUPORTE AS BANDAS, ETC)?
Daniel - Vai soar clichê, mas o Brasil ainda está engatinhando, claro que já melhorou bastante, comparado com o que rolava há 10, 20, 30 anos atrás, mas agente compara sempre com o que há de melhor, no caso os shows que ocorrem na Europa e EUA, e comparados com que rola nesses lugares ainda estamos correndo atrás.

OM - VOCÊS FIZERAM A ABERTURA DO SHOW DO ANTESTOR EM BH – FALE DESSA EXPERIÊNCIA?
Daniel - Foi uma experiência única, posso dizer que maravilhosa. O nosso show em si não foi grandes coisas, infelizmente ocorreram alguns problemas na parte do som na nossa apresentação, ficamos um pouco decepcionados com isso, mas nada que apagou o brilho daquela noite. Foi a primeira vez que o Krig abriu um show de um grande nome do metal extremo mundial e isso nos deixou muito orgulhosos. Claro que não posso deixar de comentar sobre o fatídico episódio dos seculares que ficaram na porta nos hostilizando, mas no fim das contas isso foi só mais um ingrediente que deu um sabor a mais para aquela noite que sem dúvida foi épica e inesquecível, uma verdadeira batalha espiritual e física.

OM - A VINDA DO ANTESTOR PARECE QUE REUNIU FÃS DE METAL QUE SÃO CRISTÃOS, A CENA CONSTITUÍDA POR BANDAS CRISTAS EXTREMAMENTE FORTE E PROMISSORA EM SEUS PRIMÓRDIOS PARECE TER SUCUMBIDO NOS ÚLTIMOS ANOS. AO QUE VOCÊS CREDITAM ISSO?
Daniel - Aquele ditado “A corda arrebenta sempre do lado do mais fraco”, isso pra mim explica o que acontece com a cena cristã. Somos o underground do underground, se a cena secular tem uma mídia muito restrita, a cena cristã então praticamente não a tem, as vendas de CDs caíram drasticamente, o interesse por shows do público do metal no geral caiu muito, no secular está difícil, no cristão então fica 10x mais complicado. A soma disso tudo reflete nas bandas, você não tem público, não tem pra quem tocar, vender CDs, camisas, etc. não ter pessoas pra curtir seu som acarreta nisso, no desânimo das bandas em continuar produzindo alguma coisa e isso pesa mais ainda nas bandas grandes da cena cristã, porque pra uma banda pequena que nunca dependeu de nada pra se manter na ativa é mais fácil o que vier é lucro, mas quem estava no alto só perdeu. Estamos passando por uma crise profunda no cenário cristão em todo o mundo, mas já estamos vendo sinais de um renascimento, acredito que as bandas clássicas estão conseguindo se recuperar desse baque que a tecnologia nos deu e agora estão sabendo tirar proveito disso tudo, das facilidades que a internet e outros meios de comunicação oferecem ao fã que prefere baixar um cd do que comprá-lo, que prefere ficar em casa curtindo seu DVD ou cd sozinho do que ir em um show, creio que está batendo uma saudade dos velhos tempos, então agora é aliar a alma dos velhos tempos aos recursos dos novos tempos e partir para a luta.


OM - CITEM CINCO (DE TANTOS) ALBUNS DO METAL MUNDIAL QUE SÃO CLÁSSICOS E GRANDES REFERÊNCIAS PARA A KRIG.
Daniel - Essa é a pergunta mais difícil dessa entrevista (risos) mas vamos lá:
Tomb of Mutilated (Cannibal Corpse)
Unearthed (Crimson Thorn)
Scrolls Of The Megilloth (Mortification)
Nihilist (Decapitated)
Pathogenic Ocular Dissonance (Tourniquet)

OM - HÁ VARIAS QUESTÕES DA ATUALIDADE QUE DIVIDEM A OPNIÃO PÚBLICA E SEMPRE PERGUNTO AOS INTEGRANTES DE BANDA SOBRE A OPINIÃO E VISÃO RELACIONADOS A TAIS TEMAS.


COM ISSO EM BREVES PALAVRAS FALE SOBRE:
·         COPA DO MUNDO E OLIMPÍADAS NO BRASIL
Daniel - Vou reproduzir uma frase que o Romário disse “Será a copa no Brasil que não será dos brasileiros”. Como sempre a politicagem tirando proveito pra roubar muito dinheiro em cima dos orçamentos astronômicos que foram feitos. Ingressos caríssimos, só para as classes A e B, a classe C, D e E que é a maioria no Brasil e a que mais vai nos estádios terá que assistir em casa. Eu particularmente quando o futebol realmente me atraía, sonhava em ver uma copa no Brasil, depois que a copa de fato veio, hoje eu penso o contrário, gostaria muito que o Brasil não tivesse sido escolhido para sediar essa copa, pois eu esperava mudanças de verdade, mas o que está sendo feito são vários elefantes brancos, feitos do nosso dinheiro. Talvez muita gente ficará triste com a minha fala, mas eu estou torcendo para a seleção perder essa copa, porque a seleção perdendo, pelo menos será um murro na cara da Globo e da CBF.

·         CRACOLÂNDIAS
Daniel – A cracolândia hoje é o Brasil, infelizmente essa praga tomou conta do nosso país. A droga de forma geral deve ser encarada como um problema de saúde pública pelo governo, mas infelizmente não é assim, os políticos não estão nem aí para isso, na verdade parece que é interessante que a população esteja alienada, pois assim o foco é desviado para outras coisas que não sejam a sujeiras que esses porcos imundos fazem. Esse é um dos motivos que eu não gostaria que tivesse copa, gastamos bilhões na copa e deixamos a população jogada às traças.

·         REDUÇÃO DE 18 ANOS PARA 16 (OU ATÉ MENOS) A IDADE MÍNIMA
Daniel – Apoio essa idéia, para todos os fins possíveis, criminal, civil, etc. Temos que responsabilizar mais esses adolescentes pelos seus atos, eles se acham adultos para muitas coisas, mas quando é para punir de alguma forma se tornam crianças.
Sempre apoiei essa idéia e digo mais, poderia reduzir ainda mais dependendo do histórico da criança/adolescente e da intensidade do crime. Mas uma coisa é certa, não adiantará nada reduzir a idade para 16 ou menos se o sistema jurídico brasileiro continuar não punindo de verdade. A reformulação tem que ser geral e não só na idade mínima.

·         PRISÃO PERPÉTUA E PENA DE MORTE NO BRASIL
Daniel – É um assunto muito delicado, ainda mais em se tratando de Brasil. A pena de morte eu sou contra, já a prisão perpétua funciona bem em países de primeiro mundo como os EUA, mas no Brasil é complicado, pra haver esses tipos de mudanças tem que reformular tudo, ficar tapando buraco não resolve nada, tem que derrubar o barraco todo e construir uma casa nova e correta.

·         ATUAL GOVERNO FEDERAL BRASILEIRO (10 ANOS DE PT)
Isaque – Não acreditamos em solução política em curto prazo, PT e PSDB são como democratas e republicanos, só mudam a cor. Pouco foi feito de fato em ambas as gestões, podemos destacar pontos positivos, que vem acontecendo no Brasil nos últimos 20 anos, mas temos mais é fatores negativos nos atrapalhando. O Brasil precisa de uma reforma política urgente que vai além de rótulos partidários, temos que cortar os vereadores remunerados das cidades com menos de 100 mil habitantes, proibir os políticos de votarem seus próprios salários, dar total autonomia para o TRE julgar os políticos e definir salários dos políticos, tirar a imunidade parlamentar. Eu Tenho minha cartilha pessoal de 10 passos para mudar o país, são esses
1.  Transporte de Carga Somente por Ferrovias
2.  Tirar Imunidade Funcionalismo Público
3.  Vereadores Voluntários
4.  Salário de Deputado igual ao de professor e mesmos benefícios para Ambos
5.  Punição ao usuário de drogas igual a um traficante
6.  Privatização Segurança Pública e Unificação das Polícias
7.  Exército Contra o Crime Organizado
8.  Escola Integral Gratuita desde a Creche
9.  Reestruturação Completa do Transporte Público
10.    Apoio completo a toda esfera de Artistas e Atletas

·         CRISTIANISMO
Isaque – A palavra cristão significa “Pequeno Cristo”, todos nós cristãos temos a responsabilidade de sermos uma pequena porção de nosso mestre Jesus aqui na terra. Várias religiões igualam Cristo como Ghandi ou Buda, mas Jesus é o próprio Deus, e diferente de todos outros ele Ressuscitou no 3º dia após a sua morte, e o túmulo dele está lá vazio.  João 14:06 é claro, “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim”. Não existem atalhos, Ele é o único caminho. Também nós cristãos não podemos esquecer da grande comissão
“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.
Mateus 28:19-20”
·         SATANISMO
Daniel – O satanismo hoje em dia virou algo muito banal, qualquer um que faz uma mão chifrada, que diz odiar ou negar a Deus é taxado de satanista, sem contar essa molecada Black metal que pensam que são os filhos de Lúcifer, na verdade sabemos que quem não está com Deus, está com o inimigo, mas o que estou falando é de quem realmente pratica o culto ao diabo. Os reais satanistas existem sim, mas são discretos e não gritam pro mundo que são satanistas, existem várias teorias sobre iluminatis, ordens que de alguma forma controlam o mundo, não sei até onde isso é verdade ou mito, mas o certo é que nós cristãos devemos estar sempre orando e vigiando para que nenhum mal nos aflija.


OM - NESTES ANOS MUITA COISA JÁ ACONTECEU, FALE SOBRE:
-EXPERIÊNCIAS MARCANTES E INESQUECÍVEIS;
Daniel – Em quase 6 anos de banda muitas coisas positivas e negativas aconteceram, uma história marcante que é algo que nunca saiu da nossa cabeça foi um livramento de Deus que tivemos em uma tour que fizemos pela Bahia e Sergipe em 2010, presenciamos e quase participamos de um acidente terrível na estrada que vai de Salvador para Aracajú, um carro saiu da outra pista e entrou na nossa capotando e veio em nossa direção, a Júlia nossa baixista estava no volante, na hora foi um desespero pois a Júlia tinha somente uma fração de segundos para tomar uma decisão do que fazer com o carro, estávamos em alta velocidade e qualquer movimento que ela fizesse com o carro poderia ocasionar num acidente grave pra gente também, ela conseguiu desviar do carro que vinha capotando em nossa direção e graças a Deus não sofremos nenhum dano, mas a cena que vimos depois foi chocante, a mulher que estava no banco do carona estava sem cinto e foi esmagada pelo carro, ela ficou no asfalto ainda viva mas com seu corpo todo dilacerado e quebrado, foi uma cena totalmente splatter e o seu marido desesperado gritando tentando tirá-la daquele asfalto que estava pelando de tão quente, infelizmente ele estava bêbado, presenciamos um exemplo de que bebida e volante não combinam. 

OM - OS FATOS INUSITADOS E ENGRAÇADOS AO LONGO DESSES ÚLTIMOS ANOS RSRSRS
Daniel – Cara sem dúvida uma das histórias mais engraçadas do Krig foi a viagem que fizemos de trem pra Bolívia, foi uma verdadeira aventura desde a entrada no país até a saída kkkk... Primeiro que para entrar no país, na cidade de Puerto Quijarro que faz fronteira com Corumbá tivemos que pagar um “pedágio”, se trata de uma boliviana nativa, velha, parecendo uma índia, ela chega perto de você e fala em espanhol é claro que você só poderá entrar se pagar a ela um real kkkkk... ou seja é uma forma muito bem camuflada de pedir esmola. Como éramos marinheiros de primeira viajem entramos no país de carro tranquilamente (tirando o “pedágio”), não passamos por nenhum tipo de alfândega para conferirem nada. Puerto Quijarro parece uma daquelas cidades de faroeste esquecidas pelo mundo, que passou por uma guerra foi bombardeada e ninguém voltou pra consertá-la. 
Para pegar o trem foi uma verdadeira aula de como “assaltar” turistas, já digo a vocês, quem for pegar esse trem da morte compre as passagens antecipadamente, não deixem para comprar na hora, existe um sistema forte de corrupção na hora de comprar essas passagens, eles inventam que a passagem acabou e você acaba pagando uma propina pra uns 10 bolivianos cidadãos comuns que inventam que estão ali para te colocar dentro do trem, mesmo sem passagens, eles te cercam literalmente parecendo urubus em volta da carniça. Para cada um você acaba desembolsando uns 100 bolivianos que corresponde a +ou- 25 reais. Ao entrar no trem, pensávamos que nossos problemas estavam resolvidos, mas não, ao longo das mais de 14 horas dentro do trem que viaja a 20 km/h, descobrimos que nós não tínhamos lugares fixos, todos os lugares do trem já estavam comprados, ou seja fomos enganados RS... a toda parada, que ao todo somam umas 30 até chegar em Santa Cruz de La sierra, era uma tensão, pois todo lugar que sentávamos chegava alguém com a passagem e nos tocava de lá k... Foi um sofrimento, boa parte da viagem fomos em pé, sem dúvida foi a viagem mais extrema que fiz na minha vida, todos nossos limites ali foram testados RS... A volta foi de ônibus, uma viagem terrível também, o busão parecia ter uns 40 anos de uso, só se via índio dentro dele, na saída da rodoviária o exército parou o busão, eles entraram, na hora que nos viram pediram pra gente descer, perguntaram várias coisas, como o que estávamos fazendo no país e onde estavam nossas licenças para entrar no país, lembram do que eu disse no começo de que entramos no país tranquilamente sem passar por alfândega nem nada? Nos demos mal, ficaram travando agente lá até que conseguíssemos explicar o que realmente estávamos fazendo no país, explicamos que fomos pra tocar, que tínhamos uma banda de “Heavy Metal”, “rock pesado” RS... Até que o comandante perguntou “Rock? Yo me gista rock, quiero un cd de su banda que tal? A si puede ir” kkkkkkkkkk... O final dessa história eu não lembro direito, mas acho que demos um cd pra ele e ele nos liberou. Durante a viagem foi um inferno, ônibus cheirava muito mal, as estradas bolivianas a maior parte são estradas de chão, o busão foi balançando o tempo todo parecia que estávamos em um carrinho de bate bate. Certa hora da madrugada o ônibus parou, no meio de um matagal, era o fim do mundo, e a notícia ruim se espalhou, o busão havia estragado, todos saíram do ônibus e ficaram esperando uma solução, nesse meio tempo o busão foi invadido por bilhões de pernilongos e uma boliviana pegou nada mais, nada menos que uma garrafa de óleo de máquina e começou a espirrar dentro do busão para matar os pernilongos kkkkkkkk... Deus que sofrimento, mas ainda não acabou. O busão voltou a funcionar não sei como e continuamos nosso presságio para algo ainda pior. Chegamos em Puerto Quijarro de manhã cedo, quebrados, loucos para pegar nossas bagagens e sumir para o Brasil, mas na hora de pegar as malas, cadê? Ficaram todas na rodoviária de Santa Cruz, eles não a despacharam, ficaram na empresa de ônibus, por fim pegamos nosso carro na casa de um cara que nunca tínhamos visto na vida em Puerto Quijarro, pela graça de Deus o carro estava intacto e corremos para o Brasil RS...

OM - OS BANGERS QUE QUISEREM ADQUIRIR MATERIAL (EP/CD´S/CAMISAS/OUTROS) DA KRIG QUAIS SÃO OS MEIOS E CANAIS PRA ISSO?
Daniel – Pode acessar os sites:
www.krigdeathmetal.tk (no nosso site dará endereço de vários sites espalhados pelo mundo que vendem nossos materiais)

OM - AGENDA 2013 O QUE JÁ ESTÁ FECHADO?
Daniel – Em maio será o lançamento oficial do nosso cd e daremos início a nossa Decay’s Beholder Tour 2013, as datas já confirmadas são as seguintes:
03/05 - Taguatinga/DF (Show do lançamento)
04/05 – Goiânia/GO
11/05 – Belo Horizonte/MG
25/05 – Recife/PE

Estamos com nossa agenda aberta para outras cidades que quiserem levar o Krig.

OM - CONSIDERAÇÕES FINAIS - DEIXE UM RECADO PARA OS LEITORES DO OVER METAL?
Isaque - O verdadeiro Cristão, está cada dia mais fora do padrão do mundo. Estamos chegando em um momento de separar os verdadeiros. É muito fácil você ficar andando no caminho largo e macio, conformado com uma vida de pecado. Muitos optam por esse caminho a amargam uma vida de escravidão e dependência de vícios e opressões. Mas você pode mudar esse caminho, entenda o significado da Salvação e do perdão eterno de Jesus e se arrependa de todo lamaçal que você tem vivido. EU já estive anos vivendo como um falso cristão, mas tive a oportunidade de me reconciliar com Jesus, e se você ainda não teve a oportunidade de ter Jesus em sua vida, não desista, existe muitas boas igrejas que poderão te acolher, não desista de procurar. Continue apoiando a cena cristã, priorize ouvir musicas cristãs, pois se você cristão não ouvir a música cristã, quem irá ouvir? Compareça nos show e apóie com prioridade a cena nacional.
Deus abençoe todos vocês.



OBRIGADO DANIEL E ISAQUE PELA ATENÇÃO E ENTREVISTA CEDIDA AO OVER METAL ZINE.
NOS MANTENHA INFORMADO SOBRE CADA NOVIDADE DA BANDA, AGRADEÇO A PARCERIA E IRMANDADE DE VOCÊS.

ATÉ A PRÓXIMA.
FILIPE LIMA
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